No ano de 2016 realiza a individual Things that fit in my hand, no MAM RJ, com curadoria de Fernando Cocchiarale, realizando uma instalação inédita, onde mostrou sua produção e pesquisa em cerâmica entre os anos de 2013 e 2016 sobre uma mesa de 16 x 3,5 metros, criando um ambiente onde cada peça deixa de ser um objeto único e passa a ser um objeto único, se tornando camadas de uma nova obra. Além disso, participa também do projeto Do clube para a praça, com organização de Luisa Duarte, no espaço Jacarandá. No mesmo ano, participa também da exposição coletiva Em polvorosa – Um panorama das coleções do MAM Rio com curadoria de Fernando Cocchiarale e Fernanda Lopes.

Em 2015 participa da exposição Releituras da natureza-morta, na Galeria Carbono em São Paulo, com curadoria Ligia Canongia, onde apresenta uma escultura da série Empilhadinhos. Participa com o livro Rever da exposição Fotos contam Fatos na Galeria Vermelho em São Paulo, com curadoria de Denise Cadelha.

Em 2014 Gabriela Machado realizou a exposição Para o pequeno lago verde no Museu do Açude (Rio de Janeiro) onde instalou três esculturas dentro de um lago do museu, em decorrência do Prêmio Honra ao mérito Arte e Patrimônio Edital IPHAN 2013. Com curadoria de Alberto Saraiva, apresentou o trabalho Caderno, reproduzido em lona com 1040 x 1190 cm, no Oi Futuro Flamengo para o projeto de arte pública Grande Campo.

No ano de 2013 realizou na Galeria 3+1, em Lisboa, a exposição Rever, onde mostrou ao público pela primeira vez seus trabalhos em escultura. Anteriormente, em 2012, uma mostra com o mesmo título aconteceu no Paço Imperial, onde a artista ocupou três majestosas salas da instituição com pinturas e desenhos realizados entre os anos de 2011 e 2012 e um vídeo homônimo, onde imagens do cotidiano vivido trazem à tona a origem da poética da artista.

Ganhadora do Prêmio Mostras de artista no exterior, do Programa Brasil Arte Contemporânea, da Fundação Bienal de São Paulo (2010) em 2011 realizou a exposição Os Jardins de Lisboa em Gabriela Machado na instituição Carpe Diem em Lisboa, onde expôs cinco desenhos de grande formato resultantes deste site-specific. Em agosto do mesmo ano, inaugurou a exposição Cadência, na Galeria Moura Marsiaj (São Paulo) e participou da coletiva II Mostra do Programa Anual de Exposições do Centro Cultural São Paulo (CCSP).

Em 2010 inaugurou a exposição Alindina, Alecrim e Doralina que foi montada primeiramente na Galeria Laura Marsiaj (Rio de Janeiro) e que, posteriormente, seguiu para a Galeria Celma Albuquerque (Belo Horizonte). A exposição mostrou quadros em escala pública, sendo acrescida na Galeria Celma Albuquerque, a participação de desenhos e de um vídeo-registro realizado por Nani Escobar, onde é mostrada a relação corporal e emocional da artista com o seu trabalho. Gabriela também participou da coletiva Coisário Cassino Museu, onde exibiu as duas obras doadas ao Museu da Pampulha por mérito do prêmio Marcantonio Vilaça de Artes Plásticas, laureado em 2009.

Em 2009, foi realizada a exposição Doida Disciplina, nas instituições da Caixa Cultural do Rio de Janeiro e de São Paulo. A exposição teve curadoria do crítico Ronaldo Brito e foi acompanha do lançamento do livro que leva o mesmo título das exposições, lançado pela Editora Aeroplano, onde foi organizada toda sua produção mais recente. Em 2008, Gabriela realizou uma exposição individual na Galeria 3+1 (Lisboa) e foi contemplada com o prêmio Marcatonio Vilaça em aquisição coletiva da Fundação Ecco (Brasília). No mesmo ano, lançou um livro (Gabriela Machado. Editora Dardo. Santiago de Compostela, Espanha), que contém um apanhado de textos críticos e imagens de diferentes fases de sua carreira.

Entre as suas exposições individuais ocorridas em anos anteriores destacam-se: Desenhos no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro, com texto de Paulo Venâncio (2002); Centro Universitário Maria Antônia, texto de Afonso Luz (São Paulo, 2002); Neuhoff Gallery de Nova York, com texto de Robert Morgan (2003). Podemos citar ainda: Largo das Artes, juntamente com o escultor José Spaniol (Rio de Janeiro, 2007), Pinturas, na Galeria Virgílio, com texto de Alberto Tassinari (São Paulo, 2006); Pinturas, H.A.P. Galeria, texto Ronaldo Brito (Rio de Janeiro, 2005); H.A.P. Galeria, texto Paulo Sergio Duarte (Rio de Janeiro, 2002); Projeto Macunaíma, na Funarte (Rio de Janeiro,1992).

Teve seus trabalhos representados em importantes feiras internacionais, com destaque para Valencia Art (2009), Arte Lisboa (2009, 2008 e 2006) e Pinta Art Fair em Nova York (2008 e 2009). Também em 2008 expôs com grande repercussão e reconhecimento na ARCO’08 – Feira de Arte Contemporânea em Madrid (2008), onde ocupou por inteiro o stand da H.A.P. Galeria.

Outras participações em feiras e exposições coletivas incluem outros anos na ARCO Madrid (2001/1998); SP Arte (São Paulo, 2103/2012/2011/2010/2009/2008/2007/2006/2005); Arquivo Geral (Rio de Janeiro, 2012/2011/2010/ 2008/2006/2004); Art Chicago (Chicago, 2004); Art Rio (2012/2011), Art Dubai (2013), Art Cologne (Alemanha, 2003); San Francisco International Art Exposition (NY, 2002); Desenho Contemporâneo, Centro Cultural São Paulo e Caelum Gallery (NY, 2002); Novas Aquisições Coleção Gilberto Chateaubriand, MAM (Rio de Janeiro, 1998); Paço Imperial (Rio de Janeiro, 1998); Mostra América (1995); 1ª Bienal Nacional da Gravura (São Paulo, 1994); Centro Cultural São Paulo (1993); X Bienal do Desenho de Curitiba (1991); Projeto Macunaíma, na Funarte (Rio de Janeiro, 1992/1990).

Está presente em importantes coleções brasileiras, como as de Gilberto Chateaubriand, José Mindlin, George Kornis, João Carlos Figueredo Ferraz, Charles Cosac, Fundação Castro Maya, Instituto Brasileiro de Arte e Cultura, Centro Cultural Cândido Mendes e Fundação Catarinense de Cultura (MASC), e mais recentemente, a Fundação ECCO e o Museu de Arte da Pampulha e Centro Cultural São Paulo (CCSP). Faz parte também da coleção da Squire, Sanders & Dempsey (Arizona, EUA), Arizona State University Art Museum (Arizona, EUA) e Ted G. Decker (Arizona, EUA).

A obra de Gabriela Machado alcança gradualmente novos espaços fora do país. Além das exposiçãos lisboetas em 2008 e 2013, em 2002 a Neuhoff Gallery de Nova York inseriu o trabalho da artista em duas coletivas – uma delas, The Gesture, junto com conceituados pintores americanos como Frank Stella e Franz Kline. Já apresentou seus trabalhos em Bergen, na Noruega, a convite da curadora Mallin Barth.